abril 28, 2009

Auto-mutilações...


Uns dias após a lesão do amigo do super homem, dizem que pode estar a ter um caso romântico com o batman, apareceu um jogador da mesma equipa com estranhas declarações sobre o caso.
Tomás Costa, jogador do meio campo com aspecto famélico digno de um residente do campo de concentração de Auschwitz, veio afirmar em plena voz em frente aos jornalistas que "já sabia que esta lesão iria acontecer"... Na altura pensei só que fosse mais um caso de verborreia mental do jogador, patologia muito comum por entre os animais que usam a fossa a céu aberto das antas vezes demais. É do vírus pensei eu...
Mas hoje ao ver a capa da bola tive a confirmação de outra realidade bem mais preocupante!!!
O monte de merda grossa que é o Miguel Sousa Tavares, merda é um termo muito "soft" para apelidar a besta anti-benfiquista-que-no-fundo-nem-deve-ser-assim-tão-portista, vem garantir que o próximo a ser lesionado é o Lizandro...
Hum...
Então deve ser assim: a malta que anda à volta do clube corrupto já sabe por antecipação que alguns jogadores do porto vão ser lesionados.
Pode-se concluir então que os dois jogadores do porto que foram ambos substituídos ao minuto 58 no jogo de domingo, Leandro Lima e Bruno Gama , saíram de campo devido a uma medida profiláctica, porque foram informados a tempo da lesão que afectaria ambos os "emprestados" 5 minutos a seguir, caso ficassem em campo!
Sabe-se também que Burro Alves tem andado a treinar à parte, porque alguns jogadores do plantel assumidamente corrupto já andam a prever que vai ser ele a aviar o Lisandro. O próprio Raúl Meireles, futuro guarda-redes ou jogador de volei, não faz aquecimento junto ao restante rebanho porque tem medo das cornadas dos carneiros à sua volta.
Nunca esperei, mas o papa, na tentativa de levar uma vida coerente e digna, anda a lesionar os seus jogadores só para poder alegar que já sabia por antecedência das lesões!

4 comentários:

Bola7 disse...

Não insultes o Papa pah!...

Anónimo disse...
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Anónimo disse...

Quando o Lisandro foi o primeiro a ser castigado por simular o pénalti, o Benfica não comentou. Pessoalmente, sendo adepto portista, achei bem: estas atitudes deviam ser castigadas e severamente. Agora o Rui Costa foi o primeiro a ser castigado por ofender os árbitros. Porquê esta atitude? Não concordam que estas atitudes deviam ser castigadas? Eu percebo que é díficil, mas acho que o futebol português está a tentar impõr alguma ordem.

Anónimo disse...

Não esqueçam isto! E espalhem pela blogoesfera já que ele fechou um blog com medo da verdade!





«(...)Sir Buphinder Sing, O Magnífico, sétimo marajá de Patiala, não era o mais rico, mas era seguramente o mais imponente dos príncipes indianos, com o seu metro e noventa de altura e os seus cento e quarenta quilos de peso. Todos os dias, despachava vinte quilos de comida, incluindo três frangos com o chá das cinco, e três mulheres do seu harém, depois do jantar. Para satisfazer as suas duas principais paixões – o pólo e as mulheres – o seu palácio abrigava quinhentos puro-sangues ingleses e trezentas e cinquenta concubinas, servidas por um exército de perfumadores e esteticistas, destinado a mantê-las sempre apetecíveis para o apetite voraz de Sir Buphinder. Tinha também o seu corpo privado (sic) de especialistas em afrodisíacos, de modo a mantê-lo capaz de dar conta de tão ingente tarefa. Com o avançar dos anos, tudo foi sendo experimentado na dieta alimentar do marajá, para melhor estimular o seu apetite sexual: concentrados de ouro, prata e especiarias, miolos de macaco decapitado em vida e até rádio. Finalmente, Sua Exaltada Excelência haveria de morrer, prostrado à mais incurável das doenças: o tédio» (...).

Miguel Sousa Tavares, «Equador», págs. 245 e 246, 1ª Edição, 2003

«(…) The acknowledged master of his generation in both fields was the Sikh Sir Bhupinder Singh, the Magnificent, the seventh Maharaja of Patiala (...). With his six-foot-four-inch frame, his 300 pounds (…). His appetite was such that he could consume twenty pounds of food in the course of a strenuous day or a couple of chickens as a tea-time snack. (…) To sustain those efforts, his stables harboured 500 of the world’s finest polo ponies. (…) As he came to maturity his devotion to his harem eventually surpassed even his passions for polo and hunting. (…) By the time the institution reached its fullest fruition, it contained 350 ladies. (…) Sir Buphinder opened his harem doors to a parade of perfumers, jewelers, hairdressers, beauticians and dressmakers. (…) Further to stimulate his princely ardours, he converted one wing of the harem into a laboratory whose test tubes and vials produced an exotic blend of scents, cosmetics, lotions and philters. (…) Recourse to aphrodisiacs was inevitable. His Indian doctors worked up a number of savoury concoctions based on gold, pearls, spices, silver, herbs and iron. For a while, their most efficacious potion was based on a mixture of shredded carrots and the crushed brains of a sparrow. When its benefits began to wane, Sir Bhupinder called in a group of French technicians whom he naturally assumed would enjoy special expertise in the matter. Alas, even the effects of their treatment based on radium proved ephemeral (…). His was a malady that plagued not a few of his surfeited fellow rulers. It was boredom. He died of it» (…).

Dominique Lapierre e Larry Collins, «Freedom at Midnight», págs. 175 e 176. 2ª Edição, 2002


«Quanto ao marajá de Gwalior, esse, imaginou a mais curta e mais extraordinária das linhas férreas de toda a Índia: era um comboio miniatura, também com os carris em prata maciça, que tinha origem na copa do palácio e penetrava na sala de jantar, através da parede. Aí, sentado em frente a um comando cheio de botões, o próprio anfitrião fazia o comboio correr ao longo da extensa mesa, apitando e acendendo luzes e fazendo-o parar diante de cada convidado para que este se servisse do vagão-whisky, do vagão-Porto, do vagão-Madeira ou do vagão-tabaco».

Miguel Sousa Tavares, «Equador», pág. 247, 1ª Edição, 2003



«The passion of the Maharaja of Gwalior (...) was electric trains. (…) It was laid out over 250 feet of solid silver rails set on a mammoth iron table at the centre of the palace banquet hall. (…) By manipulating his control panel, the prince could pass the vegetables, send the potatoes shuttling through the banquet hall, or order an express to the kitchens for a second helping for a hungry guest».

Dominique Lapierre e Larry Collins, «Freedom at Midnight», pág. 171. 2ª Edição, 2002


«(...)Também o marajá de Mysore vivia obcecado com as suas capacidades erectivas: a lenda prescrevia que o segredo do seu poder e prestígio entre os súbditos era a qualidade da ercção do seu príncipe, e, assim, uma vez por ano, durante as festas do Principado, o marajá exibia-se ao seu povo, sobre o dorso de um elefante e em pleno estado de erecção. Para isso também ele recorria a todo o tipo de afrodisíacos que os especialistas de ocasião pudessem recomendar. A sua ruína aconteceu quando fez fé num charlatão que lhe garantiu que o melor remédio para uma erecção sempre pronta era pó de diamante: Sua Majestade Elevadíssima arruinou o tesouro real a engolir chás de diamante em benefício do seu ceptro erguido. (...)»

Miguel Sousa Tavares, «Equador», pág. 246, 1ª Edição, 2003


«(...)Until the turn of the century it had been the custom of the Maharaja of Patiala to appear once a year before his subjects naked except for that diamond breastplate, his organ in full and glorious erection. (…) As at the Maharaja walked about, his subjects gleefully applauded, their cheers acknowledging both the dimensions of the princely organ and the fact that it was supposed to be radiating magic powers… (…).
An early Maharaja of Mysore was informed by a Chinese sage that the most efficacious aphrodisiacs in the world were made of crushed diamonds. That unfortunate discovery led to the rapid impoverishment of the state treasury as hundreds of precious stones were ground to dust in the princely mills. (…)»

Dominique Lapierre e Larry Collins, «Freedom at Midnight», pág. 168. 2ª Edição, 2003


«(...) O marajá de Gwalior, esse, era antes um obcecado pela caça: matou o seu primeiro tigre aos 8 anos e nunca mais parou – aos 40 tinha morto mil e quatrocentos tigres, cujas peles revestiam por inteiro todas as divisões do seu palácio. (...)»

Miguel Sousa Tavares, «Equador», pág. 246, 1ª Edição, 2003


«(...) Bharatpur bagged his first tiger at eight. By the time he was 35, the skins of the tigers he’d killed, stitched together, provided the reception rooms of his palace with what amounted to wall to wall carpeting. (…) The Maharaja of Gwalior killed over 1400 tigers in his lifetime… (…)».

Dominique Lapierre e Larry Collins, «Freedom at Midnight», pág. 174. 2ª Edição, 2003